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Débora Pimentel
12 setembro 2025
2 min para ler
Na Bíblia podemos encontrar várias passagens que nos mostram que Jesus era humano em todos os aspetos, seja fisicamente ou psicologicamente:
Olhando para a Sua vida espiritual vemos que foi circuncidado no 8º dia como qualquer judeu (Lucas 2.21), ia à sinagoga (Lucas 4.16), estudava as Escrituras (Mateus 4.4; 19.4; Lucas 2.46; 24.27) orava com regularidade (Lucas 3.21; 6.12), era submisso a Deus (João 6.38; 12.49) mas não pedia perdão, pois nunca pecou.
O único ponto onde podemos dizer que foi “anormal” foi na sua fecundação, pois deu-se através de um milagre do Espírito Santo, sem a participação de um progenitor humano masculino, um pai (Lucas 1.31-35). Mas, de resto, Jesus nasceu e cresceu como outro ser humano normal (Mateus 1.25). Jesus não apareceu do céu já adulto, Ele nasceu de uma mulher, como um bebé (Lucas 2.4-7).
Temos ainda a árvore genealógica de Jesus, mostrando que teve uma linhagem humana (Mateus1.1-16; Lucas 3.23-38).
A Bíblia mostra-nos claramente que Jesus era um homem (Rm 5.15, 17, 19).
Embora Jesus fosse Deus, João não teve dúvidas que Jesus fez-se homem (João 1.14 “o Verbo se fez carne”), pois esteve com Ele, ouviu-O e tocou-Lhe, comprovando que era humano.
Da mesma forma, para os discípulos, Jesus era humano, não se verificando qualquer dúvida sobre esse aspeto.
Só após a ressurreição é que Jesus viu necessidade de provar que era humano (Lucas 24.39).
Mas qual é a importância da humanidade de Jesus?

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